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AR

A poluição atmosférica em Angola causa preocupações sérias. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a poluição do ar afecta 95% das casas causando 33.500 mortes por ano, e a poluição do ar nas zonas urbanas provoca mais 2.700. Enfrentar esses factores de risco ambiental poderá resultar em 41% de mortes por infecções respiratórias baixas e, aproximadamente, 13 milhões de mortes poderiam ser evitadas por ano, abordando e lidando com a contaminação da água e o ar por toda Angola (Fonte).

As emissões atmosféricas são também uma fonte de poluição do ar em Angola. As emissões de gases de dióxido de carbono de origem, principalmente, de combustíveis líquidos, combustíveis gasosos, queima de gás e fabricação de cimento. As indústrias que emitem a maioria de CO₂ são as de fabricação, construção e transporte. Em Angola, além do dióxido de carbono, outros poluentes atmosféricos graves incluem as emissões do dióxido de enxofre, óxidos de azoto, monóxido de carbono e COVs. (Fonte).

Angola ratificou vários acordos multilaterais para tratar destes poluentes, nomeadamente a Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC), no ano de 2000 e da Convenção de Viena em 2000. No entanto, não existem leis nacionais em Angola que regulam a poluição do ar neste momento.

 

 

Emissões de Dióxido de Carbono (CO2) nos países na Bacia do Zambezi, 1995

 

Country

Emissões de CO2 (milhões de toneladas)

Emissões CO2 por pessoa (toneladas)

Angola 4.60 0.4
Botwana 2.24 1.5
Malawi 0.73 0.1
Mozambique 0.99 0.1
Tanzania 2.44 0.1
Zambia 2.40 0.3
Zimbabwe 9.74 0.9
*South Africa 305.81 7.4
**USA 5,468.56 20.5